Bruno Koga

Ano novo, vida nova

Adoro começar projetos novos. Adoro me preparar para começar projetos novos. E esse é provavelmente o principal motivo pelo qual eu adoro fazer planos. Principalmente planos de ano novo.

Adoro a sensação de virar a página e começar com uma folha em branco. Adoro não só o sentimento de terminar algo (e o prazer de ter o dever cumprido), mas especialmente a liberdade para arquitetar e organizar novos desafios, de explorar novas possibilidades, de poder aprender coisas novas. De evoluir. De estar sempre em desenvolvimento.

Porém, sempre fui péssimo em administrar meu tempo (e muitas vezes minha disposição) para terminar tudo que eu começo. Sem contar as inúmeras vezes que passo meses me planejando para fazer algo que acaba nunca começando.

A minha desculpa oficial sempre foi “não tenho tempo”. Essa provavelmente é a sua desculpa oficial também, mas isso é assunto para um outro texto.

Para 2016 quero ter tempo para fazer as coisas que eu gosto. Quero ter tempo para fazer as coisas com as quais eu realmente me importo, que me fazem bem e que me deixam feliz. E só. Ao invés de me cercar simplesmente de pessoas “aleatórias”, quero desfrutar meu tempo livre com as (pouquíssimas) pessoas que eu gosto. Quero usar meu tempo para realizar projetos com os quais eu me importo e que acredito. Quero ter tempo para experimentar coisas novas e diferentes. Quero tentar. Quero aprender e quero errar. Quero parar de dar desculpas esfarrapadas e de parar de jogar meu (precioso) tempo no lixo. Quero agir, quero fazer.

Algo me diz que 2016 vai ser um ano extraordinário.